Os coquetéis recebem diversos tipos de nomes que podem surgir dos ingredientes utilizados, de formas induzidas pelas cores e composição física ou ainda de nomes referentes a ocasiões, homenagens a pessoas ou contextos, etc.
Depois de você definir os ingredientes, a finalidade do coquetel, a sua modalidade, a categoria e o tipo de taça, resta, apenas, você batizá-lo.
Batiza-se um coquetel, dando-lhe nome de sua própria criação.
Veja, a seguir, alguns exemplos de pontos de partidas para criação do nome:
- através da sua bebida-base (gim tônica, capivodka, e etc);
- através da sua cor (blue lagoon, verdes mares, e etc);
- através de um fato ou acontecimento (algo que esteja acontecendo no seu bairro, cidade, estado, país ou no mundo);
- referindo-se à natureza (sol, lua, chuva, noite, dia, e etc), às estações do ano (verão, primavera, outono e inverno);
- referindo-se à região (Manhattam, Vertentes e etc);
- promovendo o estabelecimento onde você trabalha (um coquetel na carta de bebida que leve o nome do estalecimento).
Esse processo é semelhante ao “batismo” de uma obra de arte. Existem alguns coquetéis que já foram solicitados porque o seu nome era muito sugestivo. E isso é que faz o conjunto da apreciação: nome, visual, aroma e paladar.
Os profissionais que participam de um Certame (concurso dos profissionais da coquetelaria), procuram Valorizar todos esses importantes atributos para oferecer o melhor coquetel. Algumas vezes, o coquetel pode ser solicitado pelo seu nome por se tratar de um nome chamativo, criativo e atraente. Isso é apenas mais um detalhe que não pode ser ignorado no momento de batizar seu coquetel.
Fonte: SENAC.DR.MG. Técnicas de bar / Joel Veloso Coelho. Belo Horizonte. SENAC/MG/RED/SEMD, 2008, 96P.