Da totalidade da estrutura física do nosso corpo, 2/3 ou 66% em média são compostos por água. Isso nos leva a pensar na importância da ingestão de líquidos para nossa sobrevivência.
Por outro lado, nós não consumidos apenas água como líquido. Ao contrário dos outros animais, o homem é o único que consome líquidos, também, independente de sua natureza fisiológica. Isso quer dizer que consumimos vários tipos de bebidas e não apenas pela necessidade de ingestão de líquidos, mas também pelo prazer.
Bebemos sozinhos ou socialmente, estimulados fisico-psicologicamente por misturas que variam de simples composições às frutíferas, complexas e saturadas criações alcoólicas.
Embora a atuação do álcool no organismo humano seja a mesma em qualquer parte do mundo, independente da raça, o que se bebe, nos diversos continentes, varia de acordo com as condições climáticas, solo, hábitos e costumes, estímulos do estado e até circunstâncias políticas e religiosas. Assim, temos que cada região possui seu estilo próprio de preparar e beber seus coquetéis e drinques.
A começar pela Europa, vemos que Portugal adotou o Vinho do Porto, o vinho verde, os vinhos brancos, os tintos e os rosês como bebiba favorita, embora a bagaceira (destilado de bagaço de uva) seja consumida nacionalmente.
A bebida oficial da Alemanha é a cerveja, embora o país produza muitos vinhos, principalmente os brancos. A França apresenta um leque de opções para se beber. São os populares vermutes, bitteres, conhaques. Isso sem deicar de registrar a qualidade reconhecida internacionalmente dos seus famosos vinhos e espumantes.
Já, nas Américas, as bebidas variam muito, desde uísque, vodka, ron, tequila, cachaça, pisco, entre outros até os diversos tipos de coquetéis (refrescantes, aperitivos, nutritivos e estimulantes físícos), licores, vermutes e cervejas.
Fonte: SENAC.DR.MG. Técnicas de bar / Joel Veloso Coelho. Belo Horizonte. SENAC/MG/RED/SEMD, 2008, 96P.